sábado, 29 de setembro de 2012

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Ficou guardado.



A gente se olhou
A gente se abraçou
A gente só conversou

Discutimos sobre história, memória,
Política e sociologia.

O diálogo se estendeu, discutimos Deus,
Numa mansa antropologia.

Eu a olhava
Ela me olhava
E só conversava

A prosa percorria, e o que queria,
Ninguém revelou.

Abraçamos-nos, caminhamos
E o dia acabou.


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Do poeta pra tu, poesia.



Porque esperar juras de amor?
Mas poesia (mais poesia)
Porque esperar reflexão social?
Mas poesia (mais poesia)
Porque esperar saudosismo ou esperança?
Mas poesia (mais poesia)

Fique livre pra entender
Sentir saudade, ter esperanças
Refletir a sociedade, jurar amor.
Mais poesia (mas poesia)


quinta-feira, 21 de junho de 2012

Continua a prosa...



Essa noite não é usual para nós
Conversa por versos diversos
Conversas ao lado nos dando nó

Um bar chique, pessoas normais
Diálogos bacanas, talvez causais
Histórias do devir que nos faz discutir

Afinal, quem é essa sombra?
Que nos segue onde podemos ir
Nos Ignora e estamos nem aí!

Essa noite, como disse, não é comum
Não me importarei com uma sombra
Aproveitamos a ideia, não a lombra




Teje dito que é uma coisa bacana!

sábado, 19 de maio de 2012

Reações dispersas amiúde.


É muito mais que carnaval,
Muito mais que um sábado à noite,
Reações dispersas amiúde.

É nas ladeiras de Olinda,
É nos bares do Recife,
É muito mais do que todos os encontros casuais.

Um bom dia nervoso,
Um boa tarde “sem jeito”,
Uma estranheza do outro dia, depois.

História: retilínea, cíclica,
De fim eternamente desconhecido,
E de qualquer sorte feliz.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Qualquer coisa Qualquer canto.

Ser liberal
Ser centralista
Ser qualquer coisa
Ser bom de vista

Estar no estado
Estar na nação
Estar em qualquer canto
Estar na contra mão

Querer a matéria
Querer o espiritual
Querer qualquer coisa
Querer ser natural

Correr para o futuro
Correr para o passado
Correr para qualquer canto
Correr e ficar parado.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sentimentos num vinho barato.

Em um bar comportado
Bebo vinhos baratos
Pensando como perguntar
Como foi seu dia

Você triste, eu empatia
Você alegre, eu simpatia

Todos estão no palco
Ela também
Não tenho forças
Rezo e digo amém.

Força chega, sou forte
Força chega, um norte

Vou agora sem medo
Desembrulhando meu enredo
Vigorosamente pergunto
-Como foi seu dia?