Xingando com um mói de palavrões
É que quando viajo nessas pistas
Move a engrenagem das emoções
Minha irresponsabilidade piegas
Bicicletagoricamente formando
Deslizes e desvios feito tristes pegas
São porém, pois estou amando
Não uma pessoa, nem um objeto
Mas todo o conjunto me faz certo
De que tudo é tão harmonioso
Desde o pobre até o pomposo
Se até mesmo a danada da cachaça
Nada combina com o pobre volante
Bicicleta com poema só dá desgraça
Mas proibindo esse perigo constante
Prefiro ser chamado de galeroso
E na bicicleta ser um poeta meliante
E teje dito!
Bicicletagoricamente formando
Deslizes e desvios feito tristes pegas
São porém, pois estou amando
Não uma pessoa, nem um objeto
Mas todo o conjunto me faz certo
De que tudo é tão harmonioso
Desde o pobre até o pomposo
Se até mesmo a danada da cachaça
Nada combina com o pobre volante
Bicicleta com poema só dá desgraça
Mas proibindo esse perigo constante
Prefiro ser chamado de galeroso
E na bicicleta ser um poeta meliante
E teje dito!
Quando um te "pinchar" no chão eu só quer ver o pedido de desculpas dele, se sobreviver é claro.
ResponderExcluirMais uma vez pergunto: De que escola vocês vieram?
Isso é poema? texto? Verso? Trova? Cordel?
Isso é liberdade poética, já ouviu falar? Eita, foi mal...
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