Quase sempre, eu só quero um abraço
Nada muito sério, sem criar laço
Um caminhar no fim da tarde
Sem compromisso, no sol que não mais arde
Eu, você, um violão, ele, ela...
Juntos em uma euforia sem cautela
Em baixo da lua que clareia
Criamos uma não periódica teia
No amanhecer do dia que segue
Até breve, é o que da nossa voz ergue
Sob o sol que vem arder
Mais um abraço, agora de despedida
Nós nos dispersamos sem ferida
Levando recordações de querer
"Mais um abraço, agora de despedida
ResponderExcluirNós nos dispersamos sem ferida
Levando recordações de querer"
Muito bom!